domingo, 21 de julho de 2013

A COMPRA DE VOTOS...

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Ou captação ilícita de sufrágio, enfim é ato criminoso e mal intencionado com pena de até 4 anos de cadeia. Mas esse não é o questionamento que me proponho a levantar. Na verdade, o que assistimos no processo eleitoral brasileiro é de fato "um grande faz de contas". Se faz de contas que se presta contas, e a Justiça eleitoral faz de contas que acredita. Mas todos sabem que os número são bem maiores do que os declarados.
Qualquer adolescente que se politize em uma roda ingenua de conversa, se perguntado quem ganhará as eleições, este responde de pronto: Que quem vai ganhar é candidato X, pois este tem dinheiro. Uma cultura equivocada e que já impregna desde cedo no cotidiano politico das cidades. 
Que democracia é essa que se compra o mandato, que se compra o cargo em um negócio absurdamente imoral, feito por "quadrilheiros" que se escondem em pele de cordeiro, e que o que menos querem é fazer algo pela coletividade.
Assistimos campanhas que usam doadores de fachadas, e empresas doadoras que podem crer que num futuro vão ganhar alguma licitação para compensar a doação. É DE FATO ASQUEROSO se banalizar dessa forma as escolhas que deveriam ser conscientes.  Mas não vejo diferença alguma do bandido que comete um roubo comum, com o que compra voto, na minha concepção será sempre um MARGINAL. Quem vende o voto está ileso? Absolutamente, aquele que recebe o dinheiro em troca do voto, é cumplice, é responsável por toda a trajetória negativa da sua escolha remunerada. 

O povo só sofre consequências porque vende sua consciência... Um voto decide uma eleição...

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