quarta-feira, 4 de setembro de 2013

NOVA RUSSAS - SERVIDORES EM ASSEMBLEIA DECIDIRAM: GREVE POR TEMPO INDETERMINADO SOMOS TRABALHADORES CUMPRIMOS COM OS NOSSOS DEVERES, NÃO ABDICAMOS DOS NOSSOS DIREITOS.





O motivo desta decisão se deu pelo não atendimento por parte da Administração Municipal, das seguintes reivindicações:
1- Pauta de Reajuste da Campanha Salarial de 2013;
2- Suspensão dos pagamentos dos salários de 2012, referentes aos servidores comissionados de novembro e restante da folha de dezembro, acordado com os servidores. Havia um acordo para concluir as folhas dos comissionados até o final de setembro, para então começar a pagar o dezembro, tudo acertado mas não foi cumprido.
Os servidores públicos de Nova Russas, em Assembleia Extraordinária, ocorrida nesta terça-feira, 03 de setembro de 2013, decidiram pela deflagração de greve.
O motivo desta decisão se deu pelo não atendimento por parte da Administração Municipal, que tem a frente o prefeito Gonçalo Diogo, das seguintes reivindicações:
1- Pauta de Reajuste da Campanha Salarial de 2013;
2- Suspensão dos pagamentos dos salários de 2012, referentes aos servidores comissionados de novembro e restante da folha de dezembro, acordado com os servidores. Havia um acordo para concluir as folhas dos comissionados até o final de setembro, para então começar a pagar o dezembro, tudo acertado mas não foi cumprido.

A Diretoria do Sindicato dos Servidores protocolou em 06 de março de 2013, a Pauta da Campanha Salarial de todos os servidores, contendo ao todo, 12 itens de reivindicações apontadas em assembleia geral de todas as categorias, dentre elas o reajuste salarial anual de 13% para os servidores Técnicos-Administrativos, 10% para os servidores do SAAE e 10% para o Magistério, cuja data base é o mês de janeiro/revisão do Plano de Cargos e Carreiras, mudança das referências e outras melhorias defendidas pelos servidores. De lá para cá já foram 03 reuniões com o prefeito e sua equipe de finanças (15/04; 20/05 e 24/06), sem que se avançasse nas negociações, ficando os servidores sem propostas de reajuste para os seus salários. Os sindicalistas reclamam ainda das péssimas condições de trabalho imposta a alguns servidores como os Guardas Municipais, Garis, Agente de Endemias e a falta de alimentação para os professores que vem do interior para as capacitações e planejamento na sede do município.
Tínhamos uma nova reunião marcada para 15 de julho e 20 de agosto, mas que acabou não acontecendo. O prefeito alega não ter condições financeiras no momento para atender as reivindicações de reajustes, diz que um dos motivos pelo não atendimento dos reajustes são as dívidas de folhas de pagamento de novembro e dezembro de 2012 que estava pagando. No entanto a diretoria apresenta outros motivos: o inchaço da folha com pessoal contratado e comissionados, fato este comprovado através de relatório dor TCM, no 1º Quadrimestre deste ano. Nos primeiros meses do ano a administração que teve uma boa arrecadação, inclusive havendo entrada de recursos complementares referentes ao exercício anterior (2012). Não se entende como é que para garantir o reajuste dos servidores não teve recursos, mas abriu-se as portas para contratações e gratificações.
Também não se admite a forma como a administração levou esta negociação, pois nem com os professores conseguimos fechar percentuais de reajustes, embora já se tenha o percentual de reajuste definido pelo MEC de 7,97% e sabendo o gestor que poderíamos ter avançado, atendendo as categorias que dispõem de recursos próprios no caso do Fundeb e SAAE.
O prefeito, em pronunciamento falou aos servidores, no dia da paralisação ocorrida em 29 de agosto de 2013, que pretendia conceder o reajuste de 7,97% apenas para os professores nível médio que estão ganhando abaixo do piso, os demais professores de nível médio, os de nível superior e as demais categorias, ficariam para conversar na 1ª quinzena de setembro, após análise da folha de pagamento quando iria dizer se era possível conceder ou não seus reajustes e quais os percentuais;
Os servidores já cansados pela demora e a falta de uma posição da administração, resolveram que não é possível tanto tempo para se definir um reajuste.
A classe do magistério está indignada com esta determinação do prefeito em diferenciar reajustes dentro da mesma classe. Quem estudou, buscou sua qualificação para melhorar seu desempenho como profissional, agora é surpreendido pela administração que receberá percentual bem menor que os outros professores de nível médio. É essa a valorização dos servidores que o prefeito tanto pregou em sua campanha?
O município de Nova Russas se destaca como o único da região que ainda não concedeu o reajuste dos profissionais do magistério.
Por tudo isso é que estamos dispostos a dizer ao prefeito através dessa greve que não vamos aceitar esse congelamento dos nossos salários.
NÃO VAMOS ACEITAR QUE A ADMINISTRAÇÃO, RECONHECENDO NOSSAS REIVINDICAÇÕES COMO LEGÍTIMAS, NÃO GARANTA OS NOSSOS DIREITOS.
 
Fonte: Facebook

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